
Quando eu jogo Ragnarok, como toda menininha fofinha, o que mais me chama atenção no personagem, é o ítem de cabeça. Claro que bater nos monstros e upar é óooooootimo, mas se você, pessoa supimpa, tem um ítem de cabeça legal, até bater nos monstros fica mais legal.
Além de que de acordo com o ítem, vc ganha alguns pontos e tal. Enfim.
Saindo do mundo nerd, na vida real, eu tb acho interessante os ítens de cabeça.
Ítens de cabeça são capazes de dar um super UP em qualquer visual apagado.
A marca de acessórios Mari Mauro, tem uns que eu acho que podem melhorar qualquer look. De dia, de noite, de tarde, qualquer hora. São LINDOS.
A Mari é artista plástica, mora na minha terrinha querida Vitória – ES e é super criativa.
Dá uma olhada:
Além de fazer esses lindos ítens de cabeça, ela também faz bolsas, colares e brincos com o mesmo bom gosto. E ah, lacinhos lindos, lenços. Uma graça. :]
Para ver mais, entre aqui e aqui.
Seu e-mail para contato é o mari.mauro.t@gmail.com;
Mais uma vez vou mostrar pra vocês uma artista que eu encontrei no Flickr. Mas além de ser uma artista, ela também é uma querida que tenho um super carinho, não só por ser talentosa, mas por ser uma pessoa do bem, querida e doce.
Seu nome é Lorrana Nascimento, mais conhecida como Lou. Seu flickr crafter/profissional tem o nome de Menina Lou, ou apenas Lou.
Há algum tempo eu acompanho sua evolução, e acho que agora, ela se encontrou.
Lou tem feito lindos trabalhos com feltro, Cards Magnéticos, bolsas, carteiras, necessaires… 
O feltro é um material que muitas pessoas acham fácil usar e ousam criar peças. Mas são pouquíssimas pessoas que conseguem unir o bom gosto nessa facilidade que o feltro oferece.
Lou é uma destas pessoas. Que consegue fazer um trabalho minucioso e cuidadoso, pois tem talento e criatividade.
Lou trabalha com crianças (Educação Infantil), é pedagoga formada pela universidade UEG. Ela diz que “o universo infantil muito me atrai… E atualmente reflete muito em meus trabalhos manuais, é onde tenho o “descompromisso” de sonhar sem medo. Além disso, utilizo como fonte de inspiração: texturas, atualidades, cinema, música, cultura e outros…”
E completa o que eu disse, além de nos contar planos; “Como matéria prima principal uso feltros e linhas, mas começo a aventurar em desing e papel, como os Cards Magnéticos. E assim que minha máquina de costura nova chegar pretendo prosseguir o trabalho na confecção de peças exclusivas, como bolsas, carteiras, nécessaires, estojos, toys e etc.”
Ela diz que se descobriu crafter desde desde criança, quando percebi a minha paixão por fazer e construir… É a união de dois pólos antagônicos: a vontade de criar e a necessidade de produzir!
Bacana pra caramba, né, gente?
A Lou me passa uma energia muito interessante, prq ela tem um ar poético.
Fazendo sua arte ter uma essência ainda mais artística. Além dessa magia lúdica que ela recebe das crianças que trabalha.
Fiquem com mais trabalhos dela:

Pra entrar em contato com ela, basta enviar um e-mail para meninalou@gmail.com.
E você pode ver mais de Menina Lou aqui, no myspace dela e segui-la no twitter.
Quem se lembra do post sobre as sapatilhas Puket que a querida Luana nos fez?
Então, mais uma vez a Luana deu uma ótima dica e eu achei super válido avisar pra vocês.
No Site PRIVALIA, elas estão com um SUPER desconto. De 70,00, foram pra 35.
Pra poder acessar a loja do site, vc precisa se cadastrar. Jogo rápido.
Os modelos disponíveis por lá, são:
Sobre a numeração, tem que checar.
Essa rosinha de lacinhos e de póa vermelhinha, são uma graciiiiiiiinha.
Então, corre lá, menina. ;]
andando pelo centro da cidade em direção ao evento da minha vida, era possível identificar todos que também caminhavam ao mesmo destino.
rostos conhecidos, estampas nos peitos – também conhecidas -, sorrisos espontâneos que brotavam desapercebidos…
algum tipo de ligação unia os olhares. uma forte sintonia ligou os pontos na cidade maravilhosa.
um estado constante de ansiedade, um apocalipse sentimental. meu coração batia tão acelerado, que eu não sabia como suportar. só sabia que devia caminhar naquela direção e esperar a explosão musical mortal.
iríamos renascer milhares e milhares de vezes, a cada música, batida e balançar de cabeça daquele ser estranho com voz de anjo ao contrário.
chegamos e, o coração ainda pulsava. forte.
de todos os lados víamos os pontos se alinhando. sorrisos insistiam em brotar, passos rápidos, a ansiedade definitivamente nos consumia.
primeiro obstáculo, primeiro portão.
leve multidão se aglomerava. empurra, empurra.
nos deixe passar, nós queremos entrar. nós queremos morrer, estamos nús, tudo que precisamos está aqui.
nos vista. nos permita.
me senti nua, no meio de tantas pessoas, com o mesmo propósito.
todos sabiam o que estava guardado dentro do coração de cada um.
nenhuma palavra conseguia sair da minha boca. não consegui me concentrar em mais nada, a não ser nas surpresas, na casa dos cartões, na polícia, na emoção nua.
meu cérebro gritava e minha boca calava. EU QUERO ENTRAR.
entramos.
frenéticos não só em pensamento, mas também nos pés.
alucinados, acredite, alucinados, todos os pés corriam e todos os braços se debatiam.
era muita sede, muita fome, era muita vontade de estar ali. todos corriam.
algum choro pelos cantos, algumas risadas. alguns ‘corre, forrest, corre’. mas, mais uma vez, chegamos.
obstáculo número dois.
mais uma fila, mais coração pulsando e veias sobressaltadas.
senti meus joelhos tremerem. eu estava mais perto do que podia imaginar, de estar no auge do meu amor.
finalmente estávamos frente-a-frente da bomba. me senti com uma granada nas mãos.
não tinha mais pra onde ir, não haviam caminhos de fuga. a explosão era eminente, bem diante dos meus olhos.
dali em diante as horas oscilavam entre corridas e passos lentos.
los hermanos passou desapercebido, meu foco era outro. e quando eu tenho foco, nem uma bomba menor consegue desfocar. aliás, bem menor. quase um traque de são joão.
os alemães da geniosa e chocante banda kraftwerk sobem no palco e eu viajo alguns anos atrás.
lembrei de jogos em modo ms-dos que jogava num computador imenso. dos games de mão, dos cubos mágicos.
em meio a tanta imagem retrô, vi robôs e uma projeção ao futuro.
os integrantes da banda eram robôs sem movimento, fazendo uma música capaz de movimentar até esqueleto debaixo da terra.
o show passa tão rápido que meus pés, que não pararam no chão, não puderam notar.
de repente um som sombrio e uma magia atmosférica toma conta do espaço.
as pessoas começaram a ficar lentas e apreensivas. a sintonia já tinha conectado todos os pontos.
assim como as estrelas e os cosmos se ligam, as cabeças estavam ligadas.
e o som perturbador continuava…
conseguimos entender prq o simbolo do evento era uma formiga.
prq formigas trabalham juntas, na sua própria multidão, em função de um objetivo só.
e o nosso era poder contemplar toda aquela grandeza que estava nascendo diante dos meus olhos.
eles aparecem. meu deus, eles estão tão perto de mim.
visualizei meu windows media player, os desenhos psicodélicos, todas as poesias e poemas mais dolorosos que ganharam forma ao som de.
meu coração parou, assim como os meus olhos que olhavam estáticos aquele jogo de luzes sobre os famosos rostos que figuraram por tantos anos minha mente.
eles estavam ali. eu os senti como sinto meus cabelos em minhas mãos.
a primeira música, a introdução, foi o suficiente pra me fazer cair em cócoras com as mãos no rosto e meus olhos afogarem.
solucei, não suportei, solucei de tanto choro que jorrava minha face feliz.
gritei todos os palavrões que podia, pra tentar disfarçar o choro não contido.
chorei e não desliguei o corpo por quase todo o tempo que suportei.
meus pés não queriam o chão, eu não queria me acalmar. eu queria estar na explosão. e eu estava.
alcancei o auge do sentimento, da emoção, do prazer e da plenitude.
repeti dentro de mim mil vezes, que eu podia morrer prq eu alcancei o que todas as pessoas buscam a vida toda.
meu nirvana foi ali, naquela arquibancada, com visão privilegiada, brisa na testa, coração abalado e lágrima nos olhos.
eu morri e renasci, diante do fogo que invadiu o palco durante creep, durante os peixes em weird fishes, as nuvens em karma police e as surpresas em no surprise.
eu renasci ao ouvir obrigada rio, em ver o prazer em fazer arte, eu renasci em ver que tudo na minha vida fez um sentido inexplicável ao ver que vale a pena lutar pelo que se gosta, pelo que se ama fazer. pelo que se quer e compartilhar todo o prazer do fazer, ser e…SER.
eu
morri
em arco-
íris
de
sentimento.
Muitas pessoas comentam comigo que o blog é mulherzinha.
Ok, gente. Eu sou mulher e é inevitável não ter momentos focados nisso, né?
Mas eu tento fazer isso daqui uma coisa unisex. Juro.
Mas bem, a marca Rexona criou um concurso focado nas mulheres.
O lance é você, mulher, contar pra eles um momento especial da sua vida.
“Aqueles momentos que fazem você se sentir especial.
Como se fosse a personagem principal de um filme.”
Você pode mandar pra eles a sua história da forma que quiser.
Foto, vídeo, que vc pode gravar pelo próprio site.
E pode participar comentando os relatos das outras participantes.
A vencedora da melhor história, vai ganhar um dia de estrela e receber o troféu momentos emocionantes de 2009.
{Ida pra Sampa com tudo pago, banho de loja, jantar no hotel Fasano, passeio de limusine e ensaio fotográfico profissa em studio}
E também vai poder contar pra todo mundo como foi o seu momento mais especial.
Descobri essa promo bacana na Dani Danczuk. Dá uma olhada:
Tô pensando seriamente em participar e como me destacar. Se eu for, aviso pra todo mundo e vamos fazer campanha.
Se alguma leitora participar, sério, me avisa pra eu publicar aqui no Blog. :P



Má R., quase 22 anos, botafoguense, cigana de coração, estudante de jornalismo com faculdade trancada,
ex-moradora de niterói e atual moradora da cidade do sol, porto seguro. 
